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Carregadores Veiculares

Infraestrutura para carregadores veiculares

Estudo de demanda, projeto conforme a ABNT NBR 17019, adequação da entrada de energia, instalação dos carregadores e balanceamento de carga.

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O que é o serviço de carregadores veiculares

Resumo

A infraestrutura de recarga de veículos elétricos é o conjunto de circuitos exclusivos, proteções, quadros e, quando necessário, reforço da entrada de energia que alimenta os carregadores conforme a ABNT NBR 17019. A VBE faz o estudo de demanda, o projeto com ART, a adequação da entrada, a instalação dos carregadores e o balanceamento de carga para condomínios, empresas, frotas e eletropostos.

Quando você precisa

  • Moradores ou colaboradores com carros elétricos pedindo pontos de recarga
  • Entrada de energia ou quadros sem capacidade para a nova carga
  • Condomínio precisa aprovar a infraestrutura coletiva em assembleia
  • Frota em eletrificação ou projeto de eletroposto comercial

Para quem atendemos

Três perfis que mais contratam carregadores veiculares com a VBE. O seu caso é outro? Fale com a gente.
  1. Condomínios

    Infraestrutura coletiva com medição individual e balanceamento de carga.

    Conversar sobre este caso
  2. Empresas e frotas

    Recarga em corrente alternada ou contínua conforme a rotatividade da frota.

    Conversar sobre este caso
  3. Eletropostos comerciais

    Carregadores DC de alta potência com estudo de viabilidade.

    Conversar sobre este caso

Soluções

Wallbox (corrente alternada)

Wallbox (corrente alternada)

De 7 kW a 22 kW, com recarga completa de algumas horas a uma noite, conforme a bateria e o carregador de bordo do veículo. É o formato de vaga privativa em condomínios.

Carregador DC (corrente contínua)

Carregador DC (corrente contínua)

De dezenas de kW até 350 kW, com recarga de 10% a 80% em cerca de 15 a 60 minutos, conforme a potência e o veículo. Viabiliza alta rotatividade e frotas.

Tempos de recarga são referências: dependem da bateria do veículo, do estado de carga e da potência aceita pelo carregador de bordo. Em edificações sujeitas à IT 41 do Corpo de Bombeiros de SP, a recarga em tomadas comuns, extensões, adaptadores e carregadores portáteis não é aceita; nesses locais a solução é wallbox ou carregador DC.

Guia técnico: instalação de carregador para veículo elétrico em condomínios, empresas e eletropostos

Instalar um carregador veicular com segurança exige circuito exclusivo, DR de 30 mA com proteção contra fuga em corrente contínua, DPS e aterramento adequado, conforme a ABNT NBR 17019:2022. Em São Paulo, garagens de edificações também seguem a Instrução Técnica nº 41 do Corpo de Bombeiros, atualizada em março de 2026.

Qual a diferença entre recarga AC e DC?

Na recarga AC (corrente alternada), o carregador de bordo do veículo converte a energia para a bateria; na recarga DC (corrente contínua), a conversão acontece dentro da estação e a energia entra direto na bateria. Por isso a potência em AC fica limitada pelo carregador de bordo, enquanto a DC alcança valores muito maiores.

Segundo a análise de impacto regulatório do Inmetro, a recarga AC opera tipicamente entre 3,7 kW e 22 kW e a DC chega a 350 kW. Um wallbox monofásico de 32 A entrega cerca de 7 kW; os trifásicos de 16 A e 32 A em 380/400 V entregam 11 kW e 22 kW.

A norma IEC 61851-1 organiza a recarga em quatro modos, que definem onde ficam a proteção e a comunicação com o veículo. Nas edificações sujeitas à IT 41, apenas o modo 3 (wallbox) e o modo 4 (DC) são admitidos.

Fontes: IEC 61851-1 (resumo do fabricante Bals), Schneider Electric Electrical Installation Guide, Inmetro (AIR de conectores, 2024) e Sinduscon-SP sobre a IT 41.
Modo (IEC 61851-1)Como funcionaPotência típicaUso adequado
Modo 1Tomada comum, sem comunicação com o veículoAté 16 A (cerca de 3,5 kW em 220 V)Não recomendado; vedado em edificações sob a IT 41
Modo 2Tomada comum com dispositivo de controle e proteção no cabo (IC-CPD), o carregador portátilAté cerca de 3,7 kW em 16 A monofásicoUso eventual; vedado em edificações sob a IT 41
Modo 3Estação AC fixa (wallbox) com proteção e comunicação dedicadas7 kW a 22 kWCondomínios, empresas e frotas com pernoite
Modo 4Estação DC fixa, conversor dentro do equipamentoDezenas de kW até 350 kWEletropostos e frotas de alta rotatividade

Quais conectores de recarga são usados no Brasil?

O padrão predominante no Brasil é o Tipo 2 para recarga AC e o CCS2 (Tipo 2 com dois pinos adicionais de corrente contínua) para recarga DC, ambos da série IEC 62196. O relatório de análise de impacto regulatório do Inmetro registra que o Tipo 2/CCS2 está presente em quase a totalidade dos postos do país.

A ABNT publicou as partes 1 e 2 da série como ABNT NBR IEC 62196, mas não há padrão nacional obrigatório: o Inmetro recomendou não impor padronização no momento. Alguns veículos ainda usam GB/T ou CHAdeMO na recarga DC, o que vale checar em frotas com modelos variados antes de escolher o equipamento.

O que exige a ABNT NBR 17019 na instalação de um carregador?

A ABNT NBR 17019:2022 define os requisitos das instalações elétricas de baixa tensão destinadas à alimentação de veículos elétricos e complementa a ABNT NBR 5410, que continua valendo para o restante da instalação. Ela é baseada na IEC 60364-7-722 e foi publicada em maio de 2022.

Na prática, o projeto precisa atender a um conjunto de exigências que mudam o dimensionamento em relação a uma carga comum. A mais relevante para condomínios é o fator de demanda: sem controle de recarga, o quadro que alimenta várias estações deve ser dimensionado como se todas funcionassem ao mesmo tempo.

  • Circuito terminal exclusivo para cada ponto de conexão, com proteção individual contra sobrecorrente.
  • DR individual com sensibilidade de até 30 mA; o DR tipo AC não é aceito.
  • Proteção contra corrente de falta contínua: DR tipo B, ou DR tipo A/F combinado com detecção de corrente contínua de 6 mA (RDC-DD), muitas vezes já integrada ao wallbox.
  • Condutor de proteção separado do neutro no circuito do carregador (sem condutor PEN).
  • DPS no quadro, conforme a avaliação de influências externas e o nível de exposição da instalação.
  • Uma tomada alimenta um veículo por vez, sem extensões nem adaptadores.
  • Fator de demanda igual a 1 no quadro de distribuição, a menos que exista controle de recarga.

O que o Corpo de Bombeiros de SP exige para recarga em garagens?

No Estado de São Paulo, os Sistemas de Alimentação de Veículos Elétricos (SAVE) são regulados pela Instrução Técnica nº 41 do Corpo de Bombeiros, atualizada pela Portaria CCB-003/970/2026, de 17 de março de 2026. A proposta de atualização foi submetida a consulta pública pela Portaria CCB-008/800/2025.

A IT 41 proíbe a recarga em tomadas de uso geral, adaptadores e extensões e exige responsabilidade técnica de profissional habilitado, incluindo o estudo de demanda. A verificação nas vistorias é visual e por amostragem, então o que não estiver no projeto e na documentação tende a gerar exigência no processo de AVCB.

  • Circuito exclusivo com disjuntor e DR individuais para cada SAVE, e DPS nos quadros.
  • Chave de desligamento de emergência local a no máximo 5 m dos carregadores e chave de pavimento a no máximo 5 m da entrada ou das escadas.
  • Interligação do alarme e da detecção de incêndio aos pontos de desligamento, para corte automático da recarga.
  • Afastamento mínimo de 5 m entre as estações e a rota de saída em edificações com saída única.
  • Sinalização fotoluminescente em português com procedimentos e localização dos desligamentos.

Como instalar carregadores em condomínio?

Em condomínio, o primeiro passo é o estudo de demanda, que compara a capacidade da entrada de energia e do quadro geral com a carga das vagas que devem receber recarga agora e no futuro. Esse estudo define se a entrada comporta os pontos, se precisa de aumento de carga junto à concessionária ou se a gestão de carga resolve a limitação.

A gestão de carga dinâmica mede o consumo do prédio em tempo real e distribui entre os carregadores a potência disponível. Como a ABNT NBR 17019 só permite fator de demanda menor que 1 quando existe controle de recarga, ela costuma ser o que viabiliza muitos pontos sem trocar o transformador ou a entrada.

O consumo precisa ser individualizado, por medidor ligado à unidade do condômino ou por submedição no sistema de gestão com rateio por kWh. A ligação direta ao quadro de áreas comuns sem medição transfere o custo da recarga para todos os moradores.

A Lei estadual nº 18.403/2026 assegura ao condômino o direito de instalar, às suas expensas, estação de recarga individual na vaga privativa, desde que haja compatibilidade com a carga elétrica, atendimento às normas da distribuidora e da ABNT, ART ou RRT e comunicação prévia ao condomínio. A convenção pode fixar padrões técnicos, mas não proibir sem justificativa técnica ou de segurança documentada. Obras na infraestrutura coletiva continuam dependendo de aprovação em assembleia.

Recarga para empresas, frotas e eletropostos

Para empresas e frotas, o tipo de recarga depende do tempo em que o veículo fica parado: pernoite ou turno completo se resolve com wallbox AC, enquanto operação contínua pede carregador DC. Um estudo de rotas e janelas de recarga evita comprar potência que a operação não usa.

Eletropostos comerciais são permitidos a qualquer interessado, com preços livremente negociados, conforme o Capítulo V da Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021, que substituiu a REN 819/2018. Carregadores DC de maior potência costumam exigir aumento de carga e, quando a carga instalada ultrapassa o limite de atendimento em baixa tensão, entrada em média tensão com subestação própria, conforme a norma de fornecimento da concessionária (na capital e em grande parte da Grande São Paulo, a Enel SP).

Qual solução escolher para cada cenário?

A escolha começa pelo tempo de permanência do veículo e pela capacidade elétrica disponível, não pela potência máxima do carregador. A tabela resume os cenários mais comuns.

Faixas de potência: Inmetro (AIR de conectores, 2024) e Schneider Electric. A potência efetiva depende do carregador de bordo do veículo e da tensão da rede.
CenárioRecarga indicadaPotência típica por pontoPontos de atenção
Condomínio, vaga privativaWallbox AC com gestão de carga7 kW é o mais usualEstudo de demanda, medição individual, IT 41, Lei 18.403/2026
Empresa ou frota com pernoiteWallbox AC7 kW a 22 kWJanelas de recarga e escalonamento
Frota de alta rotatividadeDC (modo 4)Dezenas a centenas de kWAumento de carga, possível média tensão
Eletroposto comercialDC, com AC complementarAté 350 kWViabilidade, conexão com a concessionária, sistema de cobrança

Erros comuns e o que influencia custo e prazo

O erro mais frequente é comprar um wallbox de 22 kW sem verificar a rede e o veículo: o nominal pressupõe rede trifásica de 380/400 V, e muitos carros aceitam só 7 kW ou 11 kW em AC. Em rede trifásica 127/220 V, um equipamento de 32 A por fase entrega cerca de 12 kW (3 × 127 V × 32 A).

Outros problemas recorrentes são DR tipo AC, ausência de detecção de fuga em corrente contínua, circuito compartilhado e ligação sem ART. Custo e prazo dependem principalmente da distância entre quadro e vagas, da necessidade de aumento de carga na concessionária, do número de pontos, da gestão de carga e das adequações exigidas pela IT 41.

Da engenharia à operação

Engenheiro revisando planta elétrica em um tablet

Planejamento

Estudo do empreendimento e projeto da infraestrutura elétrica de recarga.

Garagem com eletrocalhas e infraestrutura elétrica para carregadores

Execução

Infraestrutura em eletrocalhas e quadros montados para os pontos de recarga.

Técnico configurando um carregador de parede em garagem

Entrega

Comissionamento, teste de carga e treinamento de uso.

Como a VBE conduz o projeto

5 etapas com um único responsável técnico, do primeiro levantamento à entrega documentada.
  1. Etapa 1: Diagnóstico

    Levantamento da carga atual e futura e da capacidade da entrada.

  2. Etapa 2: Projeto

    Projeto elétrico completo conforme NBR 17019.

  3. Etapa 3: Aprovação

    Aprovações na concessionária e nos órgãos competentes.

  4. Etapa 4: Execução

    Infraestrutura, quadros e carregadores instalados.

  5. Etapa 5: Startup

    Testes, verificações e entrega pronta para operação.

O mesmo método das demais soluções da VBE, adaptado a este serviço. Ver o método completo

Escopo e entregáveis

O que fica com você ao final e o que ajuda a chegar a um orçamento mais rápido e preciso.

O que você recebe

  • Estudo de demanda e viabilidade
  • Projeto executivo conforme ABNT NBR 17019 com ART
  • Adequação da entrada de energia
  • Quadros montados e ensaiados
  • Proteção conforme as exigências do Corpo de Bombeiros
  • Instalação e configuração dos carregadores
  • Comissionamento, teste de carga e startup
  • Documentação técnica (book de obra, ART, manuais) e treinamento
  • Manutenção sob contrato

Para orçar, tenha em mãos

  1. Número de vagas atendidas agora e no futuro
  2. Tipo de carregador desejado (wallbox ou DC)
  3. Dados da entrada de energia ou conta de luz do condomínio/empresa
  4. Distância aproximada entre o quadro e as vagas
Enviar pelo WhatsApp

Prazos e condicionantes

  • Na vaga privativa, a instalação depende de comunicação prévia ao condomínio (Lei SP 18.403/2026); obras na infraestrutura coletiva dependem de aprovação em assembleia
  • Aumentos de carga na entrada seguem os prazos da concessionária
  • Carregadores DC dependem de disponibilidade de equipamento e podem exigir aumento de carga ou entrada em média tensão

Calculadora gratuita

Carregadores Veiculares

Estime a demanda elétrica de pontos de recarga, o tempo de carga por potência e a necessidade de balanceamento de carga.

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Perguntas frequentes

Posso carregar o carro elétrico numa tomada comum da garagem do prédio?

Não em edificações sujeitas à IT 41 do Corpo de Bombeiros de SP, que proíbe recarga em tomadas de uso geral, adaptadores e extensões. A ABNT NBR 17019 também exige circuito exclusivo e DR individual para cada ponto de recarga. O caminho correto é um wallbox em circuito dedicado, com projeto, ART e medição do consumo.

Qual DR usar no circuito do carregador veicular?

O circuito precisa de DR individual de até 30 mA com proteção contra fuga em corrente contínua. Isso se resolve com DR tipo B ou com DR tipo A/F associado a um detector de corrente contínua de 6 mA (RDC-DD), que muitos wallboxes já trazem integrado. O DR tipo AC não é aceito pela ABNT NBR 17019, porque pode deixar de atuar com componente contínua.

Um wallbox de 22 kW carrega mais rápido o meu carro?

Só se o carro e a rede aceitarem essa potência. Em corrente alternada quem limita é o carregador de bordo do veículo, e muitos modelos aceitam 7 kW ou 11 kW. Os 22 kW nominais pressupõem rede trifásica de 380/400 V; em rede 127/220 V, 32 A por fase entregam cerca de 12 kW. Consulte o manual do veículo antes de dimensionar.

O que é gestão de carga dinâmica em condomínio?

É o controle que mede o consumo do prédio em tempo real e divide a potência disponível entre os carregadores, reduzindo a recarga nos horários de pico. Sem esse controle, a ABNT NBR 17019 exige dimensionar o quadro com fator de demanda 1, como se todos os carros carregassem ao mesmo tempo. Com ele, mais vagas cabem na mesma entrada de energia.

Prédios novos em São Paulo precisam prever recarga de veículos elétricos?

Sim. A Lei estadual nº 18.403/2026 determina que os projetos de novos empreendimentos aprovados após a vigência da lei prevejam capacidade elétrica mínima para futuras estações de recarga, com regulamentação técnica a ser definida pelo Poder Executivo. Na prática, vale prever no projeto a reserva de potência, o encaminhamento de eletrocalhas até as vagas e o espaço para quadros de recarga e gestão de carga.

Qual conector de recarga é usado no Brasil?

O Tipo 2 na recarga em corrente alternada e o CCS2 na corrente contínua predominam no país, segundo o Inmetro, que os encontrou em quase todos os postos. Não existe padrão nacional obrigatório, e alguns modelos usam GB/T ou CHAdeMO em DC. Em frotas, confirme o conector de cada veículo antes de especificar os carregadores.

Quem paga a instalação do carregador: o condômino ou o condomínio?

Como regra geral, o condômino que solicita o carregador arca com o custo da estrutura ligada à sua vaga privativa — projeto, wallbox, cabeamento e ART. Já as adequações de infraestrutura coletiva que a instalação eventualmente exigir (reforço de quadro geral, dutos, sistemas de segurança contra incêndio) são despesas comuns, aprovadas em assembleia, e rateadas entre todos os condôminos.

Preciso de aprovação em assembleia para instalar um carregador na minha vaga?

Depende. No Estado de São Paulo, a Lei estadual nº 18.403/2026 assegura ao condômino o direito de instalar, às suas expensas, um carregador na própria vaga privativa, com comunicação prévia ao condomínio, ART e respeito às normas técnicas; a convenção não pode proibir sem justificativa técnica ou de segurança documentada. Ainda assim, sempre que a instalação exigir intervenção na infraestrutura coletiva — como reforço do quadro geral —, essa parte específica depende de aprovação em assembleia.

Meu prédio é antigo — ele suporta a instalação de carregadores?

Muitos edifícios construídos antes da popularização dos veículos elétricos têm quadros elétricos subdimensionados para esse tipo de carga adicional. Isso não impede a instalação, mas exige uma avaliação técnica prévia da capacidade elétrica do prédio. Se a estrutura não comportar múltiplos carregadores simultâneos, o ideal é apresentar um laudo técnico à assembleia para que os condôminos decidam entre ampliar a infraestrutura ou limitar o número de pontos autorizados.

Como funciona a cobrança de energia — o consumo entra no rateio comum do condomínio?

Não deveria. A recarga é consumo individual e precisa ser medida separadamente, seja por medidor próprio vinculado à unidade, seja por um sistema de gestão de carga com faturamento direto. Quem não tem veículo elétrico não deve subsidiar quem tem — por isso, medição individualizada é praticamente indispensável em qualquer instalação bem planejada. A convenção ou o regimento define como cobrar o consumo.

É seguro ter carregadores elétricos na garagem? Existe risco de incêndio?

Quando o sistema é projetado corretamente, seguindo a norma técnica ABNT NBR 17019 (que trata especificamente da instalação elétrica para veículos elétricos) em conjunto com a ABNT NBR 5410, o risco é controlado — comparável ao de outros equipamentos elétricos de alta potência já comuns em edificações, como sistemas de ar-condicionado central. O risco real aparece em instalações improvisadas: uso de tomadas comuns, ausência de dispositivos de proteção adequados (DR, DPS) ou dimensionamento de cabos feito sem projeto técnico.

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