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Entrada de Energia

Entrada de energia aprovada e executada com segurança

Projeto, aprovação na concessionária e execução de padrões de entrada, postos de transformação e cabines primárias.

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O que é o serviço de entrada de energia

Resumo

A entrada de energia é o conjunto de instalações que conecta o imóvel à rede da distribuidora: ramal, proteção geral, medição e, acima de 75 kW de carga instalada, transformação própria em média tensão. A VBE faz o estudo de carga e demanda, o projeto com ART, a aprovação na concessionária, a execução e o acompanhamento até a ligação.

Quando você precisa

  • Construção nova ou ligação provisória de obra
  • Aumento de carga (novos equipamentos, ampliação, carregadores veiculares, sistema solar)
  • Padrão de entrada fora das normas da concessionária ou com risco de sobrecarga
  • Mudança de baixa para média tensão

Para quem atendemos

Três perfis que mais contratam entrada de energia com a VBE. O seu caso é outro? Fale com a gente.
  1. Residências, comércios e condomínios

    Entradas em baixa tensão ligadas diretamente à rede, sem transformador próprio.

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  2. Comércios de médio porte e pequenas indústrias

    Postos simplificados de transformação, com transformador dedicado ao imóvel.

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  3. Indústrias e grandes empreendimentos

    Cabines primárias e subestações com transformação, proteção e medição próprias.

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Soluções

Entrada em baixa tensão

Entrada em baixa tensão

Para cargas menores, a entrada é ligada diretamente à rede da concessionária, sem transformador próprio. É o processo mais simples e mais rápido de aprovar e o formato usual em residências, comércios de pequeno porte e condomínios com carga moderada.

Posto simplificado de transformação

Posto simplificado de transformação

Quando a energia chega em média tensão, mas a carga ainda não justifica uma subestação completa. O transformador fica dedicado ao imóvel e rebaixa a tensão no local. É a solução comum em comércios de médio porte, pequenas indústrias e edifícios com carga elevada.

Cabines primárias e subestações

Cabines primárias e subestações

Para cargas elevadas, com transformação, proteção e medição próprias dentro do imóvel. É o processo mais complexo de aprovação e o que oferece mais margem para ampliações.

Pela REN 1.000/2021 da ANEEL, o critério é a carga instalada, não a demanda: até 75 kW (carga e geração instaladas) o atendimento é em baixa tensão (grupo B); acima de 75 kW e com demanda contratada de até 2.500 kW, em média tensão (grupo A); acima de 2.500 kW, em 69 kV ou mais. Há exceções, como edifícios com várias unidades. A escolha entre posto simplificado e cabine primária segue a potência de transformação e a norma da Enel SP, e é confirmada no estudo de demanda.

Guia técnico: entrada de energia em baixa tensão, posto simplificado e cabine primária

Entrada de energia é o conjunto de instalações entre a rede da distribuidora e o quadro geral do imóvel: ramal, proteção, medição e, quando a carga instalada passa de 75 kW, transformação própria. O tipo de entrada é definido pela carga instalada e pela demanda, segundo a Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021 e a norma de fornecimento da distribuidora.

O que é entrada de energia?

Entrada de energia é a parte da instalação que recebe a energia da distribuidora, protege o circuito geral e abriga a medição de faturamento. Ela começa no ponto de conexão, que pela REN 1.000/2021 fica, como regra, no limite da via pública com o imóvel.

Do ponto de conexão para dentro, o padrão de entrada, as caixas, a proteção e, quando existir, a subestação são de responsabilidade do consumidor. A distribuidora instala e mantém o medidor e a rede até o ponto de conexão. Cada concessionária publica uma especificação técnica com os materiais, as distâncias e os arranjos aceitos.

Quando a ligação é em baixa tensão (grupo B)?

A ligação é em baixa tensão quando a carga instalada e a potência de geração instalada na unidade consumidora são iguais ou menores que 75 kW, conforme o art. 23 da REN 1.000/2021. Nesse caso o imóvel pertence ao grupo B, que reúne as unidades conectadas em tensão menor que 2,3 kV, e é ligado diretamente à rede secundária, sem transformador próprio.

O limite considera a carga instalada, ou seja, a soma das potências nominais dos equipamentos, e não a demanda, que é a potência média realmente solicitada em um intervalo. Na área da Enel SP, a rede secundária aérea opera em 127/220 V, e o atendimento pode ser monofásico, bifásico ou trifásico conforme a carga.

O padrão de entrada em baixa tensão reúne ramal de entrada, poste ou pontalete, caixa de medição, disjuntor geral e aterramento. Na maior parte dos casos a medição é direta: o medidor recebe a corrente da própria instalação. Em cargas maiores dentro da baixa tensão, a norma da Enel prevê medição indireta, com transformadores de corrente.

  • Exceção 1: edificações com várias unidades e carga do uso coletivo acima de 75 kW podem ficar no grupo B, se mais de 50% das unidades forem do grupo B, o consumidor concordar e a distribuidora aprovar em estudo.
  • Exceção 2: carga entre 50 kW e 75 kW pode ir para o grupo A quando houver equipamentos que prejudiquem a qualidade da rede, com justificativa em estudo da distribuidora.
  • Exceção 3: em sistema subterrâneo, o limite em baixa tensão segue o padrão de atendimento da distribuidora.

O que é um posto de transformação simplificado?

Posto de transformação simplificado é uma subestação de entrada em que o transformador fica instalado em poste, ao tempo, dentro do imóvel, recebendo a energia em média tensão e entregando baixa tensão à instalação. Na especificação da Enel, esse arranjo aparece como subestação externa em poste.

Ele se aplica a unidades do grupo A com carga instalada acima de 75 kW e potência de transformação moderada, como comércios de médio porte, pequenas indústrias e edifícios com carga elevada. Ocupa menos área e exige menos equipamentos que uma cabine abrigada, mas tem limite de potência de transformador e exigências de recuo, ramal e aterramento.

A potência máxima admitida para o transformador em poste e a forma de medição são fixadas na especificação de tensão primária da Enel e devem ser conferidas na versão vigente no início do projeto.

O que é uma cabine primária ou subestação abrigada?

Cabine primária é a subestação de entrada instalada em recinto fechado, de alvenaria ou em conjunto blindado, que reúne a proteção geral em média tensão, a medição e um ou mais transformadores. Ela é usada quando a potência de transformação ultrapassa o limite do posto em poste ou quando o imóvel precisa de mais de um transformador.

A medição é indireta: transformadores de corrente (TC) e de potencial (TP) reduzem corrente e tensão a valores que o medidor de faturamento consegue registrar. A proteção geral fica a cargo de um disjuntor de média tensão comandado por relé, ajustado para ter seletividade com a proteção da rede da distribuidora.

O projeto segue a ABNT NBR 14039, que trata de instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV, e a especificação de tensão primária da concessionária. Com a unidade no grupo A, o consumidor passa a contratar demanda e assume a operação e a manutenção da subestação.

Baixa tensão, posto simplificado ou cabine primária: qual escolher?

A escolha começa pela carga instalada, que define o grupo tarifário, e continua pela potência de transformação necessária, que define o tipo de subestação. O estudo de demanda deve incluir cargas futuras, como ampliações, carregadores de veículos elétricos e climatização, para evitar refazer a entrada em poucos anos.

Fontes: ANEEL, REN nº 1.000/2021, art. 23; Enel, especificações GRI-EDBR-CNC-GRI-0017 e GRI-EDBR-CNC-GRI-0004. Limites de potência de cada arranjo variam por concessionária.
CritérioBaixa tensãoPosto simplificadoCabine primária
Grupo (REN 1.000/2021)B: carga instalada até 75 kWA: carga instalada acima de 75 kWA: carga instalada acima de 75 kW
Tensão de fornecimentoMenor que 2,3 kV (127/220 V na rede aérea da Enel SP)Média tensãoMédia tensão
TransformadorDa distribuidora, na redePróprio, instalado em postePróprio, em recinto abrigado ou conjunto blindado
MediçãoDireta na maioria dos casosConforme especificação da distribuidoraIndireta, com TC e TP
Proteção geralDisjuntor em baixa tensãoDefinida na norma de tensão primáriaDisjuntor de média tensão com relé
Norma técnica principalABNT NBR 5410 e norma de BT da EnelABNT NBR 14039 e norma de MT da EnelABNT NBR 14039 e norma de MT da Enel
ContratoConsumoDemanda e consumoDemanda e consumo

O que a REN 1.000/2021 da ANEEL define para a conexão?

A Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021 define os grupos de atendimento, a tensão de conexão e os prazos que a distribuidora deve cumprir. O grupo A reúne unidades conectadas em 2,3 kV ou mais; o grupo B, as conectadas abaixo de 2,3 kV. Unidades com carga ou geração instalada acima de 75 kW e demanda contratada de até 2.500 kW são atendidas em tensão de 2,3 kV a menos de 69 kV; acima de 2.500 kW, em 69 kV ou mais.

Quando a conexão exige obra na rede, a distribuidora informa no orçamento as condições, os custos e o prazo, incluindo a eventual participação financeira do consumidor. A rede até o ponto de conexão é da distribuidora; as instalações depois dele são do consumidor. O consumidor também pode pedir conexão em tensão diferente da prevista, o que depende de estudo de viabilidade e custos da distribuidora.

Fonte: ANEEL, REN nº 1.000/2021, arts. 64, 88 e 91. Os prazos de orçamento valem para conexões abaixo de 69 kV sem geração ou com microgeração; nos demais casos, o prazo de orçamento é de até 45 dias. Outras obras em rede abaixo de 69 kV têm prazo de até 365 dias. Ligação nova em baixa tensão, sem geração e que exija apenas o ramal, dispensa orçamento. A contagem pode ser suspensa nos casos previstos na resolução.
EtapaTensão menor que 2,3 kVTensão de 2,3 kV a menos de 69 kV
Orçamento, sem obra na redeaté 15 diasaté 15 dias
Orçamento, com obra na redeaté 30 diasaté 30 dias
Vistoria e instalação da mediçãoaté 5 dias úteisaté 10 dias úteis
Obras de conexãoaté 60 dias (rede aérea)até 120 dias (ampliação de até 1 km)

Quais normas da Enel SP e documentos o projeto exige?

Na Enel Distribuição São Paulo, a entrada em baixa tensão segue a especificação GRI-EDBR-CNC-GRI-0017, Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição até 1 kV – Conexão Individual, e a GRI-EDBR-CNC-GRI-0018 para conexão coletiva, usada em edifícios com vários medidores. A média tensão segue a GRI-EDBR-CNC-GRI-0004, Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição até 34,5 kV.

Essas especificações são revisadas periodicamente e publicadas na página de normas técnicas da Enel SP, junto com comunicados técnicos que complementam o texto. Projeto protocolado com versão desatualizada da especificação pode ser reprovado.

O processo exige projeto elétrico assinado por profissional habilitado, com ART registrada no CREA-SP, conforme a Lei nº 6.496/1977. Na média tensão entram ainda memorial de cálculo, estudo de proteção, diagrama unifilar, planta de situação e, na entrega, relatórios de ensaio e o projeto as built.

Aumento de carga e erros comuns na entrada de energia

Aumento de carga é o pedido formal à distribuidora para elevar a potência disponibilizada ao imóvel, e deve ser aprovado antes de ligar a nova carga. Se a soma das cargas passar de 75 kW, o imóvel pode mudar do grupo B para o grupo A e precisar de subestação própria, o que muda projeto, contrato e prazo.

  • Dimensionar pela demanda estimada e ignorar a carga instalada, que é o critério da REN 1.000/2021 para o grupo.
  • Não prever cargas futuras, como carregadores veiculares, sistemas fotovoltaicos e climatização.
  • Usar versão desatualizada da especificação da concessionária ou de seus comunicados técnicos.
  • Instalar a caixa de medição ou o poste fora do recuo, da altura ou do acesso exigidos pela norma.
  • Aterramento sem medição de resistência documentada.
  • Comprar transformador ou equipamentos de média tensão antes da aprovação do projeto.

Da engenharia à operação

Eletricista da VBE trabalhando em caixa de medição

Execução

Montagem do padrão de entrada e da medição.

Técnico da VBE instalando quadro elétrico

Proteção

Quadros e proteções conforme o projeto aprovado.

Equipe da VBE com EPIs em cabine de média tensão

Cabines

Equipe em cabine primária de média tensão.

Como a VBE conduz o projeto

5 etapas com um único responsável técnico, do primeiro levantamento à entrega documentada.
  1. Etapa 1: Estudo de demanda

    Levantamento das cargas atuais e futuras e enquadramento na norma da concessionária.

  2. Etapa 2: Projeto

    Projeto executivo da entrada, proteção e medição.

  3. Etapa 3: Aprovação

    Protocolo e acompanhamento do projeto na concessionária.

  4. Etapa 4: Execução

    Montagem da entrada conforme o projeto aprovado.

  5. Etapa 5: Ligação

    Solicitação de vistoria e ligação, com entrega para operação.

O mesmo método das demais soluções da VBE, adaptado a este serviço. Ver o método completo

Escopo e entregáveis

O que fica com você ao final e o que ajuda a chegar a um orçamento mais rápido e preciso.

O que você recebe

  • Estudo de demanda e viabilidade
  • Projeto executivo completo com ART
  • Aprovação do projeto junto à concessionária
  • Execução da entrada de energia
  • Solicitação de ligação e acompanhamento até a energização
  • Documentação técnica e suporte para a operação

Para orçar, tenha em mãos

  1. Endereço e concessionária da região
  2. Lista de cargas ou potência instalada prevista (atual e futura)
  3. Se é ligação nova, aumento de carga ou regularização
  4. Planta ou croqui do local onde ficará a entrada
Enviar pelo WhatsApp

Prazos e condicionantes

  • Prazos de análise, vistoria e ligação são da concessionária e variam por região e tipo de entrada
  • Obras na rede da concessionária, quando necessárias, entram no cronograma dela
  • Cabines e subestações dependem do prazo de fornecimento do transformador e dos equipamentos de proteção

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre carga instalada e demanda na entrada de energia?

Carga instalada é a soma das potências nominais de todos os equipamentos do imóvel; demanda é a potência média realmente solicitada à rede em um intervalo de tempo, em geral menor que a carga instalada. A REN 1.000/2021 usa a carga instalada para decidir entre baixa tensão (até 75 kW) e média tensão. A demanda serve para dimensionar a entrada e, no grupo A, para definir o valor contratado.

Um condomínio com carga acima de 75 kW pode continuar em baixa tensão?

Pode, em condições previstas no art. 23 da REN 1.000/2021. As instalações de uso coletivo de edificações com várias unidades e carga acima de 75 kW podem ficar no grupo B se mais da metade das unidades forem do grupo B, se o consumidor solicitar ou concordar e se a distribuidora confirmar a viabilidade em estudo. Na Enel SP, a entrada coletiva segue a especificação GRI-EDBR-CNC-GRI-0018.

Qual o prazo da distribuidora para fazer a vistoria da entrada de energia?

Pela REN 1.000/2021, a distribuidora deve fazer a vistoria e instalar a medição em até 5 dias úteis nas conexões em baixa tensão e em até 10 dias úteis nas conexões de 2,3 kV a menos de 69 kV. Esses são prazos máximos da resolução, e a instalação precisa estar concluída e conforme o projeto aprovado para passar na vistoria.

Quem paga a obra quando a rede da distribuidora precisa ser ampliada?

A distribuidora é responsável pela rede até o ponto de conexão, mas o custo da obra pode ter participação financeira do consumidor, calculada pelos critérios da REN 1.000/2021. O valor, as condições e o prazo aparecem no orçamento que a distribuidora deve entregar em até 30 dias quando há obra, para conexões abaixo de 69 kV sem geração ou com microgeração. As instalações depois do ponto de conexão são sempre do consumidor.

Posso pedir ligação em média tensão com carga instalada menor que 75 kW?

Pode solicitar, mas não é automático. A REN 1.000/2021 permite pedir conexão em tensão diferente da prevista, e o pedido passa por estudo de viabilidade e de custos da distribuidora. Em unidades com carga entre 50 kW e 75 kW, a própria distribuidora pode indicar o grupo A quando há equipamentos que prejudicam a qualidade da rede, desde que justificado em estudo.

Qual norma da Enel SP vale para entrada de energia em média tensão?

Na Enel SP, a entrada em média tensão segue a especificação GRI-EDBR-CNC-GRI-0004, Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição até 34,5 kV, em conjunto com a ABNT NBR 14039. O documento define arranjos de subestação de entrada, como a externa em poste e o conjunto blindado, além de proteção, medição e aterramento. Confira sempre a versão vigente na página de normas técnicas da Enel.

O que é o padrão de entrada de energia e quem é responsável por ele?

O padrão de entrada é o conjunto de equipamentos que liga o imóvel à rede da concessionária: ramal de entrada, poste ou pontalete, caixa de medição, dispositivo de proteção, aterramento e ferragens. Embora a concessionária opere e faça a manutenção da rede pública, a aquisição, instalação e manutenção do padrão de entrada são de responsabilidade do consumidor — precisam estar dentro das normas técnicas para que a ligação seja aprovada.

Quando preciso fazer aumento de carga?

Sempre que a demanda elétrica do imóvel crescer além da capacidade para a qual o padrão de entrada atual foi dimensionado — por exemplo, em uma reforma que acrescenta ar-condicionado, uma ampliação industrial que instala novos equipamentos, ou a adição de um sistema de energia solar. Qualquer aumento de carga precisa ser formalmente solicitado à distribuidora antes da execução, para que ela avalie a disponibilidade de rede no local.

Qual a diferença entre entrada em baixa tensão e média tensão?

Entradas em baixa tensão atendem a maioria das residências e pequenos comércios, com fornecimento direto da rede secundária da concessionária. Entradas em média tensão (por exemplo, 13,8 kV na área da Enel SP; a tensão varia por distribuidora) são exigidas, pela REN 1.000/2021 da ANEEL, para unidades consumidoras com carga instalada superior a 75 kW (há exceções, como edifícios com várias unidades), o caso típico de indústrias, grandes comércios e edifícios de maior porte. Nesses casos, a unidade precisa de subestação própria, como posto de transformação em poste ou cabine primária, para rebaixar a tensão até o nível utilizável pelos equipamentos internos.

Quanto tempo leva o processo de entrada de energia junto à concessionária?

O prazo tem duas partes: o tempo de elaboração e aprovação do projeto e os prazos da distribuidora para análise, vistoria e ligação, definidos na REN ANEEL nº 1.000/2021 e que variam conforme o tipo de conexão e a necessidade de obra na rede. Ligações em baixa tensão sem obra na rede são as mais rápidas; entradas em média tensão e casos com extensão ou reforço de rede levam mais tempo.

O que é uma subestação e quando ela é necessária?

Subestação é a instalação responsável por transformar a energia recebida em média ou alta tensão para o nível de baixa tensão utilizado pelos equipamentos do imóvel. Ela é necessária quando a unidade é atendida em média tensão, o que a REN 1.000/2021 da ANEEL define para carga instalada acima de 75 kW, com exceções previstas na resolução, sendo comum em indústrias, grandes centros comerciais, hospitais, condomínios de grande porte e edifícios com uso intensivo de energia.

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