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Energia Solar

Energia solar para empresas, com projeto e homologação

Sistemas fotovoltaicos dimensionados pelo seu consumo real, com opção de baterias e integração a geradores para quem não pode parar.

  • Atlas Copco
  • Ceragon
  • Saneflux
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  • Sebrae
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  • Plano & Forma
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  • Grupo Macuco

O que é o serviço de energia solar

Resumo

Energia solar fotovoltaica é a conversão da luz do sol em eletricidade pelos módulos, com inversores que adaptam essa energia ao uso e à rede; conectada à rede, a energia excedente vira créditos que abatem a conta pelo Sistema de Compensação de Energia Elétrica. A VBE analisa o consumo e a tarifa, projeta o sistema com ART, solicita o acesso na concessionária quando há conexão à rede e instala sistemas on-grid, híbridos com baterias de lítio-ferro-fosfato, off-grid (isolados, para locais sem rede) ou integrados a geradores.

Quando você precisa

  • A conta de energia pesa no custo fixo e falta previsibilidade no orçamento
  • A operação sofre com quedas e interrupções de energia
  • A empresa tem metas de sustentabilidade ou quer reduzir a dependência da concessionária
  • A operação usa geradores a diesel e quer reduzir o consumo de combustível
  • O local não tem rede da concessionária ou a ligação é inviável, como sítios, fazendas e estruturas remotas

Para quem atendemos

Três perfis que mais contratam energia solar com a VBE. O seu caso é outro? Fale com a gente.
  1. Empresas e comércios

    Consumo concentrado no horário comercial aproveita melhor a geração simultânea.

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  2. Indústrias

    Projetos em baixa ou média tensão, com análise do impacto na demanda contratada.

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  3. Condomínios e residências

    Sistemas para áreas comuns ou unidades, com avaliação do telhado e do padrão de entrada.

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Soluções

Sistema fotovoltaico conectado à rede

Sistema fotovoltaico conectado à rede

Geração própria com projeto sob medida, do dimensionamento ao comissionamento e monitoramento.

  • Planejamento e dimensionamento
  • Equipamentos especificados por desempenho
  • Instalação e comissionamento
  • Monitoramento remoto
Armazenamento em baterias

Armazenamento em baterias

Energia armazenada para usar nos horários críticos, com mais autonomia e menos dependência da rede.

  • Baterias de lítio-ferro-fosfato (LiFePO4)
  • Gestão inteligente de energia
  • Energia disponível em horários críticos
  • Expansão conforme a demanda
Sistema isolado (off-grid)

Sistema isolado (off-grid)

Para locais sem rede da concessionária ou onde a ligação é inviável. Módulos, inversor off-grid e banco de baterias formam um sistema independente, dimensionado pela autonomia que as cargas precisam.

  • Dimensionamento pela autonomia desejada
  • Banco de baterias e inversor off-grid
  • Proteções e aterramento conforme norma
  • Gerador de apoio opcional
Integração com geradores

Integração com geradores

Integração automática entre solar, baterias e geradores para operações que não podem parar.

  • Partida automática do gerador
  • Sincronismo com o sistema solar e as baterias
  • Gestão de cargas prioritárias
  • Redução do consumo de combustível

Guia técnico de energia solar fotovoltaica: tipos de sistema, Lei 14.300, normas e conexão

Um sistema de energia solar conectado à rede gera eletricidade no próprio imóvel, consome o que precisa no momento e injeta o excedente na rede da distribuidora, que o converte em créditos válidos por 60 meses. As regras dessa compensação estão na Lei nº 14.300/2022 e na Resolução Normativa ANEEL nº 1.000/2021, alterada pela REN nº 1.059/2023.

Como funciona a geração distribuída de energia solar?

Geração distribuída é a produção de energia elétrica junto ao ponto de consumo, conectada à rede da distribuidora por meio da própria unidade consumidora. Os módulos fotovoltaicos geram corrente contínua, e o inversor a converte em corrente alternada sincronizada com a rede.

Durante o dia, a energia gerada abastece primeiro as cargas do imóvel. O que sobra é injetado na rede e registrado por um medidor bidirecional; à noite, ou quando a geração não basta, o imóvel consome da rede normalmente. No fechamento da fatura, a energia injetada é abatida da consumida pelo Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), e o saldo positivo vira crédito para os meses seguintes.

On-grid, off-grid ou híbrido com baterias: qual a diferença?

A diferença está na relação com a rede e na presença de armazenamento. O sistema on-grid depende da rede para operar e se desliga quando ela cai, uma proteção contra ilhamento que evita energizar a rede durante a manutenção feita pelas equipes da distribuidora. O híbrido também é conectado à rede, mas usa baterias para manter cargas selecionadas em funcionamento durante interrupções.

O off-grid não tem conexão com a distribuidora e, por isso, não participa do sistema de compensação. Faz sentido em locais sem rede ou onde levar a rede é inviável, e exige baterias dimensionadas para os dias de baixa geração.

Participação no SCEE conforme a Lei nº 14.300/2022.
CritérioOn-gridHíbrido com bateriasOff-grid
Conexão com a distribuidoraSimSimNão
Gera créditos no SCEESimSimNão
Funciona quando a rede caiNão (desliga por segurança)Sim, para as cargas ligadas ao backupSim, é o único suprimento
BateriasNãoSimSim
Quando faz sentidoReduzir a conta onde a rede é estávelOperações com cargas críticas ou quedas frequentesLocais sem rede ou com conexão inviável
Homologação na distribuidoraObrigatóriaObrigatóriaNão se aplica

O que mudou com a Lei 14.300/2022 e como funciona a transição do Fio B?

A Lei nº 14.300/2022 transformou em lei as regras da micro e minigeração distribuída e criou uma transição para a cobrança do uso da rede sobre a energia compensada. A ANEEL incorporou essas regras à REN nº 1.000/2021 por meio da REN nº 1.059/2023.

Microgeração é a central com potência instalada em corrente alternada de até 75 kW. Minigeração vai de mais de 75 kW até 5 MW para fontes despacháveis e até 3 MW para fontes não despacháveis; para a solar fotovoltaica, o limite é de 3 MW mesmo com armazenamento. Em qualquer caso, a potência da geração fica limitada à potência disponibilizada para a unidade consumidora onde ela será conectada.

Os créditos de energia expiram em 60 meses após a data do faturamento. O excedente pode abater o consumo de outras unidades nas modalidades previstas na lei, todas atendidas pela mesma distribuidora.

Fio B é o nome usual das componentes da tarifa de distribuição que remuneram os ativos da distribuidora, sua depreciação e o custo de operação e manutenção da rede. Para sistemas que pediram acesso depois do prazo de 12 meses da publicação da Lei nº 14.300/2022, uma parcela crescente dessas componentes passou a incidir sobre a energia compensada.

Quem protocolou a solicitação de acesso dentro desse prazo mantém as regras anteriores até 31 de dezembro de 2045. A partir de 2029, os novos sistemas seguem as regras tarifárias definidas pela ANEEL, conforme o art. 17 da lei.

Há duas exceções no art. 27 da lei. Pelo § 1º, a minigeração acima de 500 kW de fonte não despachável, no autoconsumo remoto ou na geração compartilhada em que um único titular detenha 25% ou mais do excedente, paga até 2028 100% do Fio B, 40% do Fio A e os encargos de P&D, eficiência energética e TFSEE sobre a energia compensada. Pelo § 2º, quem protocolou a solicitação de acesso entre o 13º e o 18º mês após a publicação da lei segue a escala de transição da tabela até 2030 e só passa às regras do art. 17 em 2031.

  • Autoconsumo remoto: unidades de um mesmo titular, pessoa física ou jurídica, inclusive matriz e filiais
  • Geração compartilhada: consumidores reunidos em consórcio, cooperativa, condomínio civil ou associação civil
  • Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras: condomínios, em que a geração atende unidades e áreas comuns
Fonte: Lei nº 14.300/2022, art. 27. Não se aplica às unidades enquadradas no art. 26.
AnoParcela das componentes de distribuição (Fio B) cobrada sobre a energia compensada
202315%
202430%
202545%
202660%
202775%
202890%
A partir de 2029Regras tarifárias definidas pela ANEEL (art. 17)

Como é o processo de conexão do sistema solar na distribuidora?

A conexão começa com a solicitação de orçamento de conexão à distribuidora, acompanhada do projeto, do diagrama unifilar, da ART de projeto e execução e dos certificados dos equipamentos. A REN nº 1.000/2021, art. 64, fixa o prazo para a distribuidora emitir esse orçamento.

Aprovado o orçamento e concluída a instalação, a distribuidora faz a vistoria e instala ou adequa a medição para registrar energia nos dois sentidos. Pela Lei nº 14.300/2022 (art. 8º), seguida pela especificação técnica da Enel SP, para microgeração, a distribuidora adquire e instala o sistema de medição sem custo ao acessante; na minigeração, o consumidor paga a adequação da medição. Prazos e documentos variam entre concessionárias.

Fontes: REN ANEEL nº 1.000/2021, arts. 64 e 91; Enel, Especificação Técnica GRI-EDBR-CNC-GRI-0005 (tabela de prazos para vistoria e ligação). Obras na rede e pendências no projeto alteram o prazo total.
EtapaPrazo de referência
Orçamento de conexão: microgeração sem obras na rede15 dias
Orçamento de conexão: microgeração com obras na rede30 dias
Orçamento de conexão: demais conexões, incluindo minigeração45 dias
Vistoria e ligação na Enel: baixa tensão5 dias úteis
Vistoria e ligação na Enel: média tensão10 dias úteis

Quais normas técnicas se aplicam a um sistema fotovoltaico?

A ABNT NBR 16690 define os requisitos de projeto das instalações elétricas do arranjo fotovoltaico no lado de corrente contínua: condutores, proteções, dispositivos de seccionamento, aterramento e equipotencialização. O lado de corrente alternada segue a ABNT NBR 5410, e o comissionamento segue a ABNT NBR 16274.

Inversores de até 75 kW, módulos, controladores de carga e baterias para sistemas fotovoltaicos precisam de registro no INMETRO, conforme a Portaria nº 140/2022. A especificação de conexão da Enel também exige inversores conformes às normas de interface com a rede e ao ensaio anti-ilhamento.

  • ABNT NBR 16690: projeto do arranjo fotovoltaico (lado CC)
  • ABNT NBR 5410: instalações elétricas de baixa tensão (lado CA)
  • ABNT NBR 16274: documentação, ensaios de comissionamento e inspeção de sistemas conectados à rede
  • ABNT NBR 16149, NBR 16150 e NBR IEC 62116: interface com a rede e anti-ilhamento do inversor
  • ABNT NBR 5419: proteção contra descargas atmosféricas, quando a edificação tem SPDA ou a análise de risco o exige
  • ABNT NBR 17193:2025: segurança contra incêndio em instalações fotovoltaicas em edificações, com desligamento rápido e acesso para o combate

Como dimensionar um sistema de energia solar?

O dimensionamento parte do consumo anual em kWh, extraído de 12 meses de faturas, e da irradiação solar do local, obtida em bases como o Atlas Brasileiro de Energia Solar do INPE. A partir daí se define a potência de pico dos módulos e a do inversor, respeitando a potência disponibilizada da unidade.

No telhado, a orientação e a inclinação dos módulos, o sombreamento de platibandas, caixas d'água e prédios vizinhos, e a capacidade da estrutura de receber o peso adicional pesam tanto quanto o consumo. Sombreamento parcial pode reduzir a geração de toda a string, o que pode justificar otimizadores ou microinversores.

  • Histórico de consumo e perfil de uso ao longo do dia
  • Irradiação do local, orientação e inclinação disponíveis
  • Área útil e sombreamento ao longo do ano
  • Verificação estrutural da cobertura
  • Padrão de entrada e potência disponibilizada
  • Cargas que precisam de backup, no caso de baterias

O que define o custo e o retorno de um sistema solar?

O custo depende da potência instalada, da escolha de equipamentos, do tipo de estrutura e telhado, da distância até o quadro de entrada e de eventuais reforços estruturais ou adequação do padrão de entrada. Baterias e integração com geradores acrescentam custo significativo e se justificam principalmente pela continuidade da operação; em média tensão, o uso das baterias no horário de ponta pode ser avaliado no estudo.

O retorno depende da tarifa da distribuidora, da parcela de energia consumida no momento da geração, da regra de Fio B aplicável ao sistema e do grupo tarifário. Em média tensão, a geração reduz o consumo em kWh, mas normalmente não reduz a demanda contratada. Um estudo com o consumo real da unidade é a única forma confiável de estimar o prazo de retorno.

Que manutenção um sistema fotovoltaico exige?

A manutenção de um sistema fotovoltaico consiste em limpeza dos módulos, inspeção visual e elétrica e acompanhamento da geração pelo monitoramento. Sujeira acumulada e sombras novas reduzem a produção sem gerar alarme evidente.

Na inspeção periódica se verificam fixações e estrutura, conectores e cabos CC, string box, aterramento, DPS e o funcionamento do inversor. A comparação entre a geração medida e a esperada é o indicador mais rápido de falha. A frequência adequada depende da poeira local, da inclinação dos módulos e das recomendações dos fabricantes.

Da engenharia à operação

Módulos fotovoltaicos ao entardecer

Geração

Módulos fotovoltaicos dimensionados pelo consumo real.

Sala técnica com gabinetes de baterias

Armazenamento

Baterias e gestão de energia para os horários críticos.

Gerador integrado ao sistema de energia

Integração

Solar, baterias e gerador operando em conjunto.

Como a VBE conduz o projeto

5 etapas com um único responsável técnico, do primeiro levantamento à entrega documentada.
  1. Etapa 1: Diagnóstico

    Análise do consumo, da tarifa e da viabilidade técnica do local.

  2. Etapa 2: Projeto

    Dimensionamento personalizado e projeto elétrico do sistema.

  3. Etapa 3: Aprovações

    Solicitação de acesso e homologação junto à concessionária.

  4. Etapa 4: Implantação

    Instalação, integração e testes dos equipamentos.

  5. Etapa 5: Monitoramento

    Acompanhamento remoto da geração e suporte contínuo.

O mesmo método das demais soluções da VBE, adaptado a este serviço. Ver o método completo

Escopo e entregáveis

O que fica com você ao final e o que ajuda a chegar a um orçamento mais rápido e preciso.

O que você recebe

  • Análise de consumo e estudo de viabilidade técnica
  • Projeto elétrico do sistema fotovoltaico com ART
  • Solicitação de acesso e homologação na concessionária
  • Instalação, integração e testes do sistema
  • Comissionamento e documentação técnica da instalação
  • Configuração do monitoramento remoto e suporte técnico

Para orçar, tenha em mãos

  1. Contas de energia dos últimos 12 meses (ou o histórico de consumo)
  2. Endereço da instalação e tipo de telhado ou área disponível
  3. Grupo tarifário (baixa tensão – grupo B, ou média tensão – grupo A)
  4. Se há interesse em baterias ou geradores e quais cargas precisam de autonomia
Enviar pelo WhatsApp

Prazos e condicionantes

  • O prazo de ligação depende da análise da concessionária após a solicitação de acesso
  • Telhados com restrição estrutural podem exigir avaliação ou reforço antes da instalação
  • Em média tensão, a energia solar reduz o consumo em kWh, mas normalmente não reduz a demanda contratada

Calculadora gratuita

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Perguntas frequentes

O que é o Fio B e quanto dele um sistema novo paga em 2026?

Fio B são as componentes da tarifa que remuneram a rede de distribuição. Pela Lei nº 14.300/2022, sistemas que pediram acesso após o prazo de 12 meses da publicação da lei pagam, sobre a energia compensada, 60% dessas componentes a partir de 2026, 75% em 2027 e 90% em 2028. De 2029 em diante valem as regras tarifárias da ANEEL. Quem protocolou dentro do prazo mantém a regra anterior até 2045. Há exceções: quem protocolou entre o 13º e o 18º mês segue a escala até 2030, e a minigeração acima de 500 kW em autoconsumo remoto ou geração compartilhada com titular de 25% ou mais do excedente paga 100% do Fio B, mais parte do Fio A e encargos, até 2028 (art. 27, §§ 1º e 2º).

Os créditos de energia solar expiram?

Sim. Pela Lei nº 14.300/2022, os créditos de energia expiram em 60 meses após a data do faturamento em que foram gerados. Créditos vencidos não são pagos ao consumidor. Por isso um sistema superdimensionado tende a acumular créditos que não serão usados, e o dimensionamento pelo consumo real evita esse desperdício.

Posso gerar energia em uma unidade e abater a conta de outra, como uma filial?

Sim, pelo autoconsumo remoto. A Lei nº 14.300/2022 permite que o excedente de uma unidade abata o consumo de outras unidades do mesmo titular, pessoa física ou jurídica, inclusive matriz e filiais, desde que todas sejam atendidas pela mesma distribuidora. O titular informa à distribuidora quais unidades recebem os créditos e em que proporção.

Condomínio pode instalar energia solar para as áreas comuns e para os moradores?

Sim. A lei prevê o empreendimento com múltiplas unidades consumidoras, em que a geração instalada no condomínio atende as áreas comuns e as unidades participantes, com os créditos divididos em percentuais definidos pelos condôminos. O projeto precisa considerar a potência disponibilizada da unidade onde a geração será conectada, a área útil do telhado e a aprovação em assembleia.

Qual a potência máxima de energia solar que posso instalar?

A potência da geração é limitada à potência disponibilizada para a unidade consumidora onde ela será conectada. Microgeração vai até 75 kW; minigeração solar vai de mais de 75 kW até 3 MW. Para instalar mais do que o padrão de entrada comporta, é preciso pedir aumento de potência à distribuidora, o que pode exigir troca do padrão ou obras na rede.

Quem paga o medidor bidirecional?

Depende do porte. Na Enel, a especificação técnica de conexão estabelece que, para microgeração, a distribuidora adquire e instala o sistema de medição sem custo para o consumidor. Na minigeração, o consumidor paga os custos de adequação do sistema de medição, que aparecem no orçamento de conexão. Outras concessionárias seguem a REN ANEEL nº 1.000/2021, com procedimentos próprios.

Quanto custa um sistema de energia solar para minha empresa?

O investimento varia conforme o consumo médio mensal, a tarifa da sua distribuidora e a complexidade da instalação (tipo de telhado, distância até o quadro de entrada, necessidade de reforço estrutural). Sistemas empresariais de médio porte partem de valores na casa de dezenas de milhares de reais e escalam conforme o porte da operação. O caminho mais seguro não é comparar preços soltos, mas pedir um diagnóstico técnico que dimensione o sistema para o seu perfil real de consumo.

Em quanto tempo o investimento se paga (payback)?

O prazo de retorno de um sistema empresarial depende da tarifa e da modalidade tarifária da unidade, do regime tributário, do perfil de consumo diurno e da parcela do Fio B em vigor no ano da conexão. Empresas que consomem mais durante o dia aproveitam melhor o autoconsumo simultâneo, que não passa pelo sistema de compensação. Por isso a VBE calcula o retorno com as contas reais da empresa em vez de usar médias de mercado.

Quanto tempo leva para o sistema ser homologado e começar a operar?

O processo junto à concessionária inclui análise do projeto técnico, vistoria e substituição do medidor por um modelo bidirecional, com prazos máximos definidos na REN ANEEL nº 1.000/2021. Prazos variam por distribuidora e pela complexidade da conexão (micro ou minigeração). Um projeto bem documentado na primeira submissão evita o principal motivo de atraso: ciclos de reprovação e reenvio.

Meu telhado ou galpão suporta a instalação de painéis solares?

Essa é uma pergunta que exige resposta de engenharia, não de vendedor. Painéis solares acrescentam carga permanente à cobertura, e muitas coberturas não foram dimensionadas originalmente para esse peso extra. Antes de qualquer instalação, é necessária uma avaliação estrutural seguindo as normas técnicas brasileiras (ABNT NBR 6120 e NBR 6123), verificando pilares, terças, tesouras e tipo de telha.

O que acontece com o sistema solar quando falta energia na rede?

Em sistemas conectados à rede (on-grid), o inversor desliga automaticamente durante uma queda de energia; é uma medida de segurança para proteger as equipes que trabalham na rede elétrica. Para manter a operação funcionando durante uma interrupção, é necessário um sistema híbrido ou off-grid, com baterias de armazenamento.

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