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Grupo CPFL Energia (distribuidoras CPFL)

CPFL GED 13: fornecimento em baixa tensão (tensão secundária de distribuição)

  • Em vigor GED 13, versão 46.0, publicada em 19/03/2026

Por Eng. Vinicius Esteves Brisolla de Barros Atualizado em Revisado pela engenharia em

Em resumo

A GED 13, Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição, é a norma das distribuidoras do Grupo CPFL para ligar em baixa tensão uma ou duas unidades consumidoras com carga instalada até 75 kW. A versão vigente é a 46.0, publicada em 19/03/2026 (código DIST-13-2026-RE-NOR).

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Os comentários da engenharia da VBE, seção por seção.

Nesta página
  1. Situação da norma
  2. A quem se aplica
  3. Como a norma está organizada
  4. Pontos que mais geram dúvida ou reprovação
  5. Como aplicar na prática
  6. Fontes oficiais
  7. Perguntas frequentes

Situação da norma

  1. Em vigor hoje

    GED 13, versão 46.0, publicada em 19/03/2026

  2. Revisado pela VBE em 07 de ago. de 2026

    Resumo e comentários conferidos com a fonte oficial.

A quem se aplica

A GED 13 (código do documento DIST-13-2026-RE-NOR) vale para instalações residenciais, comerciais e industriais de características usuais, com carga instalada até 75 kW, ligadas na rede aérea secundária das distribuidoras do Grupo CPFL Energia (item 6.1). Pode ser usada para uma ou duas unidades consumidoras no mesmo terreno, cada uma limitada às categorias indicadas no item 6.1.

Acima de 75 kW, a ligação passa para tensão primária, pela GED 2855. Edificações com mais unidades seguem a GED 119 (uso coletivo) ou a GED 4621 (medição agrupada, até doze unidades nas condições da norma). Ramal de entrada subterrâneo tem norma própria, a GED 10126.

Nas distribuidoras paulistas do grupo, a tensão é 127/220 V, exceto em Lins e Piratininga (220/380 V). Na RGE, predomina 220/380 V (item 6.3).

Como a norma está organizada

Item Tema
1 a 5 Objetivo, âmbito, definições, referências e responsabilidades
6.1 a 6.3 Condições gerais, regulamentação, tensões
6.4 e 6.5 Limitações de atendimento, categorias A, B e C e restrições (geração própria, bombas de incêndio, cargas especiais)
6.6 a 6.10 Entrada de serviço, ramal de conexão, padrão de entrada, ramal de entrada, eletrodutos
6.11 a 6.15 Medição, proteção e seccionamento, caixas, postes e acessórios
6.16 Aterramento
6.17 a 6.23 Carga instalada, motores, recarga de veículos, dimensionamento e exemplos
6.24 a 6.26 Pedido de ligação, documento de responsabilidade técnica, consulta a documentos
Anexos Desenhos e tabelas de dimensionamento

Pontos que mais geram dúvida ou reprovação

Categoria de ligação. A norma usa categorias A1 a A4 (monofásicas), B1 a B3 (bifásicas) e C1 a C11 (trifásicas). A categoria define disjuntor, condutores, aterramento e tipo de medição pelas tabelas do anexo.

Medição direta ou indireta. A medição é direta nas categorias A1 a A4, B1 a B3, C1 a C3 e C7 a C10, e indireta nas categorias C4, C5, C6 e C11 (item 6.8).

Responsabilidade técnica. O item 6.25 lista quando é exigido documento de responsabilidade técnica, como demanda acima de 38 kVA (127/220 V) ou 66 kVA (220/380 V), geração própria e fixação de afastador ou ramal na fachada.

Aterramento. O ponto de aterramento recebe o neutro e a caixa metálica; o PE da instalação interna é interligado na caixa de proteção (item 6.16). Postes com aterramento integrado só foram aceitos até 30/06/2025.

Motores. As tabelas da norma limitam a potência de motores e máquinas de solda por categoria e definem o tipo de partida (itens 6.19 e 6.20).

Como aplicar na prática

  1. Faça a lista de cargas e calcule carga instalada e demanda pelo método do item 6.22.
  2. Enquadre a categoria de ligação e confira a tensão do município.
  3. Verifique motores, recarga de veículo, geração própria e bombas de incêndio (itens 6.5, 6.19 a 6.21).
  4. Escolha o padrão nos desenhos e dimensione pelas tabelas da versão 46.0.
  5. Confira no item 6.25 se precisa de ART ou TRT.
  6. Monte o padrão, confira acesso à medição e faça o pedido de ligação com o checklist de documentos indicado no item 6.24.

A VBE projeta e executa padrões de entrada em baixa tensão na área da CPFL e acompanha o pedido até a ligação.

Fontes oficiais

Resumo informativo da VBE Engenharia. Não substitui o texto oficial. Cada instalação exige análise por profissional habilitado.

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Ficha

Documento
CPFL
Título
Fornecimento em baixa tensão
Emitido por
Grupo CPFL Energia (distribuidoras CPFL)
Em vigor hoje
GED 13, versão 46.0, publicada em 19/03/2026
Acesso
Documento público, gratuito

Versão comentada (PDF)

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Perguntas sobre a CPFL

Qual é a norma da CPFL para padrão de entrada?

A GED 13, Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição, versão 46.0 de 19/03/2026. Prédios e conjuntos maiores seguem a GED 119 (edifícios de uso coletivo) ou a GED 4621 (medição agrupada).

Qual a tensão da CPFL em baixa tensão?

Nas distribuidoras paulistas do grupo, 127/220 V, exceto em Lins e Piratininga, onde é 220/380 V. Na RGE, em geral 220/380 V, com algumas cidades em 127/220 V (item 6.3).

Quando a CPFL exige ART ou TRT no padrão de entrada?

Entre outros casos do item 6.25: unidade com demanda calculada acima de 38 kVA em 127/220 V ou acima de 66 kVA em 220/380 V, geração própria, locais de reunião pública, salões comerciais acima de 200 m² e locais com risco de explosão.

Carregador de carro elétrico entra no cálculo do padrão?

Sim. Pelo item 6.21, a potência informada pelo fabricante entra na carga e na demanda com fator de demanda igual a 1, e os critérios de acesso seguem a GED 150030.

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